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Charão

Ao longo dos anos, o Museu passou por mudanças diversas em sua expografia e teve acréscimos em seu acervo, resultantes da incorporação de produções artísticas e científicas desenvolvidas no Serviço Florestal. Uma delas foi a Escola de Charão.

Também conhecida como laca japonesa, o charão é uma técnica milenar de envernizar objetos utilizando a seiva natural da árvore da toxicodendron vernicifluum. O japonês Riochi Nakayama foi o fundador do curso. Chegou ao Brasil em 1929 trazendo sementes da árvore de charão pela primeira vez ao país. O Serviço Florestal financiou o plantio e em 1938 foi realizada a primeira extração da seiva. O curso funcionou até 1972. O Museu detém atualmente um acervo de 269 peças, entre móveis e objetos de arte.