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Bancos de Germoplasma

 

Instituto Florestal cria bancos de germoplasma e pesquisa espécies florestais desde 1962, com foco na proteção e no melhoramento genético.

O Instituto Florestal vem pesquisando a introdução de espécies florestais desde 1962. O Programa de Melhoramento Genético Florestal foi formalizado em 12 de abril de 1978, com a finalidade de definir prioridades para o melhoramento genético, estabelecer áreas de atuação e implantação de sementes, bancos clonais, testes de progênies, áreas de produção de sementes, testes de procedência e outras atividades referentes ao Melhoramento Florestal das espécies de interesse atual ou potencial. A partir de 1987, com as primeiras prioridades atendidas, o programa passou a ter outros objetivos como a obtenção de sementes melhoradas a curto prazo para atendimento da demanda interna.

O Programa compõe-se de dois subprogramas: Essências Nativas e Essências Exóticas, ambos baseados em coleta de sementes de áreas naturais para compor o Banco Ativo de Germoplasma. O trabalho do programa com espécies nativas tem como objetivo a conservação de espécies, cujo número de indivíduos em populações naturais vem sendo reduzido, tendo como consequência o estreitamento da sua base genética. Foram instalados ensaios diversos com 30 espécies consideradas prioritárias. Entre elas: o ipê-amarelo, o jatobá, o jequitibá-rosa e o timburi. A propagação vegetativa constitui instrumento imprescindível para o subprograma de Essências Exóticas, objetivando a conservação e o melhoramento genético, bem como a formação de bancos e pomares clonais.