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11/04/17 15:01

Representantes da realeza sueca visitam Horto e Museu Florestal em SP

Parque Estadual Alberto Löfgren leva o nome do naturalista sueco que, há 131 anos, deu início à instituição que se tornaria o Instituto Florestal

A delegação da realeza da Suécia visitou no começo do mês (02) o Parque Estadual Alberto Löfgren e o Museu Florestal – equipamentos da zona norte da capital paulista administrados pela Secretaria do Meio Ambiente. Entre os visitantes estavam o Vice-Ministro de Indústria e Inovação, Niklas Johansson, o Embaixador da Suécia no Brasil, Sr. Per-Arne Hjelmborn, a Conselheira da Embaixada, Sra. Cecilia Lif, o Vice-Cônsul Honorário da Suécia em São Paulo, Sr. Peter Johansson.

A comitiva fez a visita por recomendação da família real já que o parque leva um nome de origem sueca. Além do parque, eles visitaram o Museu Florestal Octávio Vecchi porque ele abriga um pouco da história de como os suecos e outros povos estrangeiros (portugueses, alemães, japoneses) contribuíram para a conservação da biodiversidade paulista e brasileira e com o desenvolvimento da nossa ciência.

O Casal Real havia conhecido o Parque e o Museu quando esteve no Brasil em 1992, por ocasião da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (ECO-92).

Alberto Löfgren
O nascedouro do Instituto Florestal foram as Seções de Meteorologia e Botânica da Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo (CGG), criada em 1886.

O naturalista sueco Alberto Löfgren foi designado pra chefiar essas Seções. Curiosamente, a partir de 1891, assumiu o posto de Vice-Cônsul da Suécia e Noruega, sem, no entanto, se afastar de suas atividades na CGG, conforme notícia publicada no Diário Oficial de 21-07-1987. Poliglota, além de sua língua nativa, era fluente em português, alemão, inglês e francês, além do latim, com o qual fazia as descrições das plantas. De acordo com a publicação, era um “homem de sciencia, collaborador assiduo de varios jornaes e revistas scientificas”.